Trabalhos são apresentados por professores da UFFS

Publicado em: 27 de outubro de 2010 07h10min / Atualizado em: 17 de março de 2017 17h03min

Professores de Letras da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), de língua e linguística, participaram do Círculo de Estudos Linguísticos do Sul (Celsul), de 20 a 22 de outubro, na Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), em Palhoça.

O Celsul, sociedade civil sem fins lucrativos, tem como principal objetivo a organização de eventos científicos para divulgar pesquisas desenvolvidas na área de Linguística e oportunizar o aprimoramento de profissionais e estudantes.

Além da professora Mary Neiva Surdi da Luz, de Chapecó, que coordenou um Grupo de Trabalho, também participaram do Celsul com comunicações em Gts:

- Mary Stela Surdi (Chapecó) – O espaço do livro didático na aula de literatura
- Angela Derlise Stube (Chapecó) – Gramática e ensino: formação de professores e identidade
- Luciana Iost Vinhas (Realeza) – A imagem de Fidel: Elementos visuais e verbais no estabelecimento do sentido
- Luciane Baretta; Claudia Finger- Kratochvil (Chapecó) – Professores em formação e a seleção de tarefas de leitura
- Clóvis Alencar Butzge (Realeza) – Análise da variação linguística em textos orais e escritos
- Atílio Butturi Junior (Erechim) – O discurso da metafísica na arqueologia foucauldiana
- Marcelo Krug (Cerro Largo) – A metafonia funcional no sul do Brasil como termômetro de lusitanização dos falantes de variedades alemãs: um estudo sob o enfoque da pluridimensionalidade de dados
- Cristiane Horst (Cerro Largo) – A lusitanização de nomes em uma comunidade teuto-brasileira no sul do Brasil, numa perspectiva pluridimensional
- Núbia Saraiva Ferreira Rech (Erechim) – Auxiliares: uma subclasse dos verbos de reestruturação
- Cláudia A. Rost Snichelotto (Chapecó) – Os contextos de uso dos MDs de base verbal em peças teatrais catarinenses dos séculos XIX e XX
- Marcos Roberto da Silva (Realeza) – A formação do professor e a relação de inerência entre pesquisa e docência
- Diogo Pinheiro (Chapecó)- O papel da metáfora na relação entre sentenças possessivas e existenciais