Atividades da 3ª etapa da Especialização em Realidade Brasileira seguem até dia 30 de janeiro
Especialização conta com discentes oriundos de 20 municípios dos estados do Paraná e Santa Catarina

Publicado em: 29 de janeiro de 2019 10h01min / Atualizado em: 30 de janeiro de 2019 08h01min

Iniciou no dia 20 e segue até 30 de janeiro a terceira etapa do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Realidade Brasileira. O curso é ofertado na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Laranjeiras do Sul e tem como objetivo promover a formação de profissionais que atuam nas escolas de educação básica e em espaços educativos não formais, bem como lideranças e educadores populares vinculados aos movimentos sociais e sindicais, especialmente os camponeses e egressos dos cursos de graduação de instituições públicas federais e estaduais do Paraná.

A especialização conta com discentes oriundos de 20 municípios dos estados do Paraná e Santa Catarina, entre eles professores das redes municipal e estadual de educação, representantes dos movimentos sociais e organizações sindicais. Atualmente 40 estudantes frequentam o curso.

A especialização é ofertada em regime de alternância (Tempo Universidade e Tempo Comunidade). O curso foi organizado em 3 etapas presenciais, desenvolvidas em período integral. A primeira etapa ocorreu entre os dias 22 e 31 de janeiro de 2018. A segunda etapa foi desenvolvida entre os dias 16 e 25 de julho de 2018 e a terceira etapa iniciou no dia 20 e segue até 30 de janeiro de 2019. As aulas, hospedagem e alimentação acontecem no Centro de Desenvolvimento Sustentável e Capacitação em Agroecologia (CEAGRO) – Unidade Vila Velha, localizado na BR 158 – km 435, no município de Rio Bonito do Iguaçu, Paraná.

Conforme a coordenadora adjunta do curso, Ana Cristina Hammel, “essa é a última etapa do curso. Após esse período os estudantes voltam a se reunir somente em maio para a defesa das bancas dos artigos”. A docente comenta que o curso é ofertado em parceria com a APP-Sindicato, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).

Conforme Ana, “a especialização busca qualificar professores, militantes dos movimentos e camponeses para as principais teorias e teóricos que escrevem sobre a constituição histórica, econômica e social do Brasil”. Ana enfatiza que “o curso teve um excelente aproveitamento, foi uma experiência importante, pois possibilitou a articulação de diferentes públicos de todo estado do Paraná e também de Santa Catarina”.

Sobre a atuação dos docentes, Ana comenta que “além dos professores do Grupo de Pesquisa em Educação do Campo, Cooperação e Agroecologia (GECCA), tivemos a participação de outros docentes da UFFS e também de outras instituições, sendo que no total mais de 20 docentes estiveram envolvidos na oferta do curso”.

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